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Padrasto é preso acusado de estuprar enteada de sete anos

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No quintal da residência do homem, foram encontradas cinco plantas de maconha,

No sábado (9), um homem de 39 anos foi preso pelo crime de estupro de vulnerável no e bairro Novo Horizonte, em Ipaba. A vítima é uma criança de sete anos, filha da mulher com quem o homem alegou se relacionar há aproximadamente cinco anos. A denúncia foi feita pela irmã da vítima, uma adolescente de 17 anos, por meio do 190. O homem recebeu voz de prisão em sua residência.

A adolescente, acompanhada de sua mãe, relatou aos militares que ao subir ao terraço para pegar uma roupa, deparou-se com sua irmã com o short e a calcinha abaixados, enquanto o homem, visivelmente nervoso, alegava tratar-se de um mal-entendido.

Ela alega que levou a vítima até a sala, onde a questionou sobre o ocorrido, e que a criança teria confirmado o ato e contado que o padrasto a ofereceu R$ 4 para que não relatasse o ocorrido e mais R$ 5 se permanecesse em silêncio. A quantia de R$ 4 foi apreendida em posse da vítima.

A vítima, acompanhada de sua mãe, foi encaminhada ao Pronto Atendimento Municipal de Ipaba, onde recebeu atendimento médico e assistência social. O Conselho Tutelar do município também acompanhou o procedimento.

A criança depôs na presença e ausência da mãe. Durante uma entrevista conduzida pela assistente social, sem a presença da mãe, a vítima relatou que não houve penetração. No entanto, na presença, a vítima declarou que foi instruída a virar de costas, momento em que o acusado esfregou o órgão genital em suas nádegas. Também disse que ele beijou sua região genital frontal. A vítima foi encaminhada para o Hospital Márcio Cunha para fazer exames complementares e ser avaliada por um médico pediatra.

Homem nega ter cometido o ato
No quintal da residência do acusado, foram encontradas cinco plantas de maconha, as quais foram apreendidas. Também foi localizada uma pequena porção de maconha.

Aos militares, o homem negou as acusações, alegando que a adolescente inventou uma história, acrescentando, ainda, que não esteve a sós com a criança. Segundo seu depoimento, a irmã da vítima teria visto ele subindo a escada do terraço enquanto a menina descia.

Para justificar os R$ 4 que foi entregue a menina, disse que tem o costume de dar dinheiro a ela e aos outros filhos da mulher.

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Ação não permitida.