Homem de 47 anos foi atacado após discussão em garagem de prédio na rua dos Guaranis e precisou de atendimento hospitalar

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga um caso de agressão ocorrido na madrugada desta sexta-feira (2/1), em um prédio localizado na rua dos Guaranis, no centro de Belo Horizonte. O suspeito seria o suposto companheiro de um padre e teria agredido um morador após um desentendimento no estacionamento do residencial.
Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a confusão começou quando a vítima, de 47 anos, estacionava sua motocicleta na garagem do prédio. Exaltado, o suspeito — que estava no banco do passageiro de um veículo que também aguardava para estacionar — passou a desferir socos contra o morador.
Conforme o registro policial, mesmo após cair ao chão, a vítima continuou sendo agredida. As agressões só cessaram após a intervenção do porteiro do residencial. Ferido, o homem foi socorrido e encaminhado ao Hospital Belo Horizonte, no bairro Cachoeirinha, na região Noroeste da capital mineira.
Em nota, a PCMG informou que, até o momento, nenhum dos envolvidos na confusão foi conduzido à delegacia. “Outras informações poderão ser repassadas à imprensa após a realização dos procedimentos de polícia judiciária”, informou a corporação.
Arquidiocese de BH se posiciona sobre suposto companheiro de padre que espancou homem
Confusão aconteceu nesta sexta (2) e teve início após uma discussão envolvendo o fechamento de um portão de garagem
A Arquidiocese de Belo Horizonte informou que acompanha de perto as apurações sobre a confusão envolvendo um padre em um prédio na Região Central da capital. O posicionamento foi divulgado após a repercussão do caso, registrado nesta sexta-feira (2), na rua das Guaranis.
Segundo a Arquidiocese, o Governo Pastoral acompanha o trabalho das autoridades competentes para que eventuais providências sejam adotadas com “rapidez, justiça e respeito à dignidade humana e à legislação”. “A Igreja defende que todos os cidadãos e, principalmente, os cristãos, sejam agentes construtores da paz, cotidianamente agindo com respeito em relação ao semelhante”, destacou.







