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Caso chocante em Itabira: delegado João Teixeira Martins conduz prisão de suspeito de abuso sexual contra enteadas

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A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu um homem 48 suspeito de cometer abusos sexuais contra as próprias enteadas em Itabira. A prisão foi realizada por equipes coordenadas pelo delegado João Teixeira Martins no bairro Jardim das Oliveiras, após o avanço das investigações sobre o caso.

Segundo informações apuradas pela Polícia Civil, as denúncias indicam que o investigado teria se aproveitado da ausência da mãe das adolescentes para praticar atos de natureza sexual contra as vítimas. Os relatos também apontam que o suspeito supostamente fazia ameaças para impedir que as meninas revelassem os fatos a familiares ou às autoridades.

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Após a denúncia, os policiais civis iniciaram uma série de diligências para apurar os fatos. As vítimas foram submetidas à escuta especializada, procedimento previsto em lei para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência.

Com base nos depoimentos, relatórios técnicos e demais elementos reunidos durante a investigação, o delegado João Teixeira Martins representou pela prisão preventiva do investigado. O pedido foi analisado pelo Poder Judiciário e deferido pelo juiz da Comarca de Itabira.

De posse da ordem judicial, equipes da Polícia Civil localizaram e prenderam o suspeito, que foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.

De acordo com informações obtidas pela reportagem, o investigado foi transferido para o presídio de João Monlevade, onde deverá passar por audiência de custódia. Durante o procedimento, a Justiça avaliará a legalidade da prisão e as condições em que ela foi efetuada.

Após a audiência, o suspeito poderá permanecer preso preventivamente enquanto responde ao processo judicial.

A Polícia Civil reforça a importância das denúncias em casos de violência sexual contra crianças e adolescentes e destaca que informações podem ser repassadas de forma anônima pelos canais oficiais de atendimento.

O caso segue sob investigação. O suspeito não teve o nome divulgado oficialmente e terá garantidos os direitos constitucionais ao contraditório e à ampla defesa.

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