O corpo encontrado na tarde desta quarta-feira (1º), no bairro Gabiroba, em Itabira, foi identificado como sendo de José Andrade Oliveira da Cruz, de 23 anos, que estava desaparecido desde a madrugada do último dia 29 de junho. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.
Segundo as primeiras informações levantadas pelas autoridades, José Andrade participou de um evento em um estabelecimento comercial da região, onde teria se envolvido em uma discussão que evoluiu para uma briga. Testemunhas relataram que, após a confusão, o jovem foi colocado à força dentro de um Fiat Palio prata/cinza, que deixou o local em direção desconhecida. Desde então, ele não havia sido mais visto.
O desaparecimento foi comunicado à Polícia Militar por familiares por volta das 3h21 do dia 29 de junho. A partir desse momento, equipes iniciaram diligências e intensificaram o patrulhamento na tentativa de localizar a vítima e identificar os envolvidos.
Na segunda-feira (30), o veículo que teria sido utilizado para levar o jovem foi encontrado abandonado. Já nesta quarta-feira (1º), um caseiro localizou o corpo em uma área nos fundos de uma residência, no fim do bairro Gabiroba. No local havia grande quantidade de sangue, o que reforça a suspeita de que José tenha sido executado.
As primeiras informações apontam que a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo. A confirmação da causa da morte dependerá do laudo da perícia oficial e dos exames realizados pelo Instituto Médico-Legal.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve no local e apenas constatou o óbito. A Polícia Militar isolou a área para os trabalhos da Perícia Oficial da Polícia Civil.
Após os levantamentos técnicos, o corpo foi encaminhado ao Posto Médico-Legal, no Cemitério da Paz, onde passará por exames que irão confirmar oficialmente a causa da morte.
A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar os autores do crime, esclarecer a motivação e apurar todas as circunstâncias do homicídio. Até o momento, ninguém havia sido preso.
As autoridades reforçam que qualquer informação que possa contribuir com as investigações pode ser repassada de forma anônima pelos telefones 181 (Disque Denúncia) ou 190 (Polícia Militar).
O caso segue sob investigação.








