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NOITE DE TERROR EM BELO HORIZONTE: Três homens são executados a tiros em menos de quatro horas em diferentes bairros da capital

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Crimes ocorreram nas regiões Noroeste, Oeste e Norte de Belo Horizonte. As vítimas tinham históricos distintos, e nenhum suspeito havia sido preso até o fechamento desta reportagem.

Na noite desta quarta-feira (8), Belo Horizonte viveu uma sequência de homicídios que chamou a atenção das forças de segurança. Em um intervalo de aproximadamente quatro horas, três homens foram assassinados a tiros em diferentes bairros da capital mineira. Até o momento, nenhum dos autores dos crimes foi identificado ou preso.

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O primeiro homicídio ocorreu na Rua Guararapes, no bairro Pindorama, na Região Noroeste. A vítima, André Luiz Alves Caetano, de 44 anos, foi atingida por quatro disparos nas costas e morreu no local. De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), André possuía registros policiais por roubo e furto.

Pouco depois, outro assassinato foi registrado na Rua Rio Bonito, no bairro Pilar, Região Oeste da capital. Genair de Souza Rodrigues, de 33 anos, foi executado a tiros. Segundo a PM, ele atuava como agiota e possuía antecedentes por sequestro, cárcere privado e porte ilegal de arma de fogo.

Já o terceiro crime aconteceu na Rua Alameda das Flores, na Vila Nova, bairro Jaqueline, na Região Norte de Belo Horizonte. Diogo Pereira Sudário, de 36 anos, também foi morto a tiros. Conforme relato da mãe da vítima aos policiais, Diogo era usuário de drogas, acumulava dívidas com traficantes e havia sido espancado recentemente após realizar um PIX falso para criminosos.

Os três homicídios serão investigados pela Polícia Civil de Minas Gerais, que trabalha para identificar os autores e esclarecer as circunstâncias de cada caso. Até o momento, não há informações sobre prisões ou sobre possíveis ligações entre os crimes.

As autoridades pedem que qualquer informação que possa contribuir com as investigações seja repassada, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181 ou pelo telefone 190, em casos de flagrante.

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