Ao todo, a Operação Juiz Paralelo teve duas fases
Vereadora Carla da Pizzaria é presa suspeita de mandar matar servidor em Esmeraldas
Uma vereadora e três homens foram presos, nesta sexta-feira (3), em duas fases da operação realizada em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, que investiga homicídios envolvendo um “tribunal do crime”. A operação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da 4ª Delegacia de Esmeraldas, foi denominada Operação Juiz Paralelo.
A vereadora foi presa em uma das fases da operação. De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, ela é suspeita de articular a morte de um fiscal da Prefeitura de Esmeraldas, executado com 15 tiros dentro do próprio veículo. Segundo a instituição, o homicídio ocorreu em 24 de dezembro de 2025, na presença da esposa e dos três filhos da vítima, que retornavam das compras para a ceia de Natal.
As investigações da PCMG revelam que a vereadora teria dito para os criminosos que o fiscal da prefeitura, com quem ela teria uma “rixa”, seria informante da polícia. Por isso, ele foi executado.
Em outra fase da investigação, os três homens presos são suspeitos de envolvimento em um homicídio ocorrido em novembro de 2025. As investigações apontam que a execução foi motivada por dívidas de drogas e furtos praticados pela vítima que atraíam policiamento para a região, atrapalhando o comércio ilegal.A perícia e as investigações apontaram que a vítima foi agredida violentamente e sofreu golpes de instrumento cortante no pescoço. Já caída e indefesa, teve seu crânio esmagado por pedras e manilhas de concreto que eram utilizadas em uma obra.









